Uma boa dica para evitar discussões por dinheiro é separar uma parte da renda para cada um gastar sem ter de dar satisfações. O restante vai para um caixa comum, proporcionalmente ao salário de cada um, garantindo assim o bom andamento da casa e o pagamento das contas em dia, sem juros de mora.
O dinheiro das contas não deverá ser utilizado individualmente – sendo assim, não haverá problemas. Mas é claro que ambos precisam, juntos, resolver o que está no topo da lista dos gastos, ou seja, o que é prioridade.
Também é importante por tudo no papel ou numa planilha: desde os grandes dispêndios até os pequenininhos – você já notou que, se comprar um chiclete por dia a R$ 1,50 vai ter gasto R$ 45,00 no final do mês?
É claro que não se pode planejar apenas com base nos gastos fixos: é importante o casal separar uma quantia para extras como presentes para parentes próximos, remédios eventuais, um jantar a dois – sim, porque ser romântico também custa!
Além disso, lembrem-se de que vocês são dois e não precisam de um grande volume de alimentos – evitem desperdício fazendo compras semanais e impedindo que os prazos de validade terminem antes que possam ser consumidos.
Sempre é bom verificar, ainda, quais são os benefícios de seus cartões de crédito e, se possível, unifica-los, ficando com os mais interessantes e economizando em anuidades.
E lembre-se de uma das orientações mais preciosas para os casais: percam a vergonha de falar de dinheiro. Por outro lado, esse também não deve ser o assunto dominante: diga o que você acha melhor e dê abertura para o outro expor suas ideias e suas necessidades.
Desde o casamento, sejam responsáveis: comecem no primeiro dia a pensar em planos de saúde e aposentadoria – no futuro, isso vai significar uma boa economia!
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