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Redecard agora é Rede: mobilidade e proximidade pontuam reposicionamento

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A Redecard apresentou hoje seu reposicionamento de marca e o novo nome, a empresa passa a se chamar Rede. A empresa de pagamentos eletrônicos adota o novo nome e nova logomarca a fim de ampliar seu escopo de negócios e rejuvenescer a marca.

A explicação dada por Milton Maluhy Filho, presidente da empresa é: “Rede remete à tecnologia, agilidade e modernidade ao mesmo tempo em que cria para a marca uma personalidade jovem e conectada. Uma Rede que conecta pessoas e empresas, mudando a experiência de consumo”. Quanto à queda da palavra ‘card’ no final, o Maluhy atribuiu à confusão do consumidor em relação a outras bandeiras.

O trabalho de reposicionamento foi desenvolvido pela agência Ana Couto Branding em conjunto com o time de Marketing da Rede, que tiveram a missão de simplificar o nome, criar a marca e sua iconografia, que traz a cor laranja e amarela como protagonistas da nova identidade visual da empresa. Fernando Chacon, diretor-executivo de Marketing do Itaú Unibanco explica que o conceito de rede, proposto pela nova marca, “potencializa uma propriedade, cria uma proposta de valor única e ressignifica a marca para o futuro da organização”.

O novo logo, com letras conectadas, representa a conexão com todos os stakeholders com quem se relaciona a empresa. A cor laranja foi trazida para atrelar a empresa a algo jovem e inovador e o amarelo para trazer calor. Essas cores foram escolhidas para diferenciar a Rede no ponto de venda, após pesquisas assinalando que marcas com esses tons inspiravam proximidade e modernidade na ponta.

Mas a mudança vai além da marca, a estratégia é ampliar a cobertura comercial. O foco da empresa continuará sendo o cliente B2B, porém, dentro de uma perspectiva de futuro – evolução de digital e mobile – a marca Rede também pretende criar relevância para o B2C. Dentre os novos instrumentos usados para isso, estão:

• Mobile Rede: focado em profissionais liberais, autônomos e microempresários, como taxistas e pequenos varejistas que necessitam de mobilidade na aceitação de cartões de crédito. A solução envolve um aplicativo que transforma qualquer smartphone ou tablet, com sistema iOS ou Android em uma maquininha. O vendedor tem a opção de capturar as transações por meio de um pequeno dispositivo fornecido pela Rede que é acoplado ao celular ou tablet para leitura do cartão ou através da digitação dos dados e assinatura do cliente no próprio smarthphone ou tablet.
 
O e-Rede (antigo e-commerce Redecard) é outro mecanismo de expansão das operações, com uma plataforma única com gateway, antifraude e adquirência. A solução tecnológica viabiliza o acesso a diversos meios de pagamento, tanto de cartões nacionais e internacionais em crédito e débito, quanto boletos bancários, sistema antifraude e gerenciamento das operações.

Recentemente a Rede também reestruturou todo o portal de serviços para seus clientes. Em linha com as tendências do mercado de meios eletrônicos de pagamento, a companhia implementou uma nova arquitetura, especialmente desenvolvida para atender às demandas do seu público, com uma dinâmica mais simples e um conceito de navegação mais ágil, além de unificar o atendimento em um canal único por telefone.

Nos últimos dois anos foram investidos cerca de R$ 500 milhões no novo Parque Tecnológico, que já tem 75% do total em operação. A nova instalação é o maior data center verde da América Latina, com capacidade de 24 mil transações por segundo.  Além disso, atualmente 50% de máquinas são POO, ou seja, POS sem fio. Com isso, o mix de máquinas sem fio passou de 25% para 50% do total do parque da Rede.

 

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