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INSC de outubro revela queda de satisfação com setor de cuidados pessoais

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O Índice Nacional de Satisfação do Consumidor (INSC) – medido pela ESPM e criado pelo professor pesquisador da escola e global chief digital officer da Rapp, Ricardo Pomeranz – registrou 61,4% em outubro, mantendo-se estável em relação ao mês anterior (60,7%). Os destaques do período foram a acentuada queda de 6,1 pontos percentuais na satisfação dos consumidores com o sub setor de personal care – que inclui a Natura, Avon, Unilever e Johnson & Johnson – e a alta de 10,3 pontos percentuais no sub setor de alimentos, que inclui Brasil Foods, Kraft Food, Nestlé e Yoki.

Para Pomeranz, o que explica o aumento no sub setor de alimentos foram, principalmente, aquisições de empresas, campanhas publicitárias e ações no Facebook, além do Dia das Crianças, quando clientes receberam presentes de empresas alimentícias fizeram menções positivas a este respeito nas redes sociais. Esta indústria fechou o mês com 78,9% de satisfação dos consumidores

Outros setores mantiveram estabilidade.Outros setores mantiveram estabilidade.Já o sub setor de personal care – que registrou em outubro seu índice mais baixo em sete edições do INSC, com 80,4% - deve sua avaliação mais baixa principalmente à reprovação de consumidores a alguns comerciais veiculados na televisão, caso de marcas de xampus e cremes hidratantes para cabelos. Também chamou a atenção a irritação de consumidores com as intervenções de algumas marcas em programas de mensagens instantâneas e alguns jingles publicitários.

Primeiro e único indicador brasileiro com dados totalmente levantados na web, o INSC mostra ainda que a satisfação com as lojas de departamento (65,5%) cresceu 3,6 pontos percentuais, em razão, principalmente da utilização de personalidades do mundo artístico em campanhas publicitárias, promoções de produtos e ações no Facebook. Neste sub setor são analisadas as Casas Bahia, Ponto Frio, Magazine Luiza e Casas Pernambucanas, as quatro maiores do mercado.

Os demais sub setores pesquisados mantiveram-se estáveis, caso dos supermercados (79,5% em outubro e 78,6% em setembro); bancos (47,2% em outubro e 46,6% no mês anterior); Telecom (48% no mês passado e 46,3% em setembro); autoindústria (65,7% em outubro e 66,6% em setembro); bebidas (84,6% em outubro e 86,6% no mês anterior); eletroeletrônicos (64,7% no mês passado e 65,1% em setembro); e farmacêutico (59,5% em outubro e 61,3% na edição anterior).

 

 

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